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TR volta ao jogo: entenda o que isso muda no consórcio

TR volta ao jogo: entenda o que isso muda no consórcio

A Taxa Referencial (TR), que estava zerada desde 2017, voltou ao jogo em novembro do ano passado, quando a Selic passou de 7,75% para 9,25%. E agora, em maio de 2022, ela já bateu o patamar de 0,2% — um porcentual aparentemente baixo, mas que pode gerar impacto significativo no financiamento imobiliário.

O “retorno” da TR é mais uma dentre as tantas mudanças constantes que vêm rondando o mercado imobiliário, principalmente depois da pandemia da Covid-19. É mais uma oportunidade de argumentação para um negócio promissor no ramo de consórcios. Vamos explicar melhor nesse conteúdo. Mas, antes de tudo, vamos explicar como funciona a TR.

TR impacta no valor dos financiamentos imobiliários

A Taxa Referencial foi criada em 1991 para ser um índice de referência para outras taxas de juros — e para controlar a inflação que, naquela época, estava em mais de 2.000%. A TR veio, então, para corrigir o dinheiro e amenizar o poder de compra

Somente em 1999 que a TR foi substituída pela Selic como taxa de referência para a economia. Mas continuou sendo usada para corrigir alguns investimentos: poupança, FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e grande parte das linhas de financiamento de casas.

A regra do Banco Central é a seguinte: quando a Selic está abaixo ou igual a 8,5%, a TR fica zerada; acima dos 8,5%, ela volta a ter seu valor calculado diária e mensalmente. Para um mutuário que contratou um financiamento com taxa de juros de 9% ao ano, por exemplo, agora ele passa a somar o valor da TR estimado ao ano a esses 9% para chegar ao seu custo final.

Em resumo, quem tem esse tipo de contrato (94% dos financiamentos imobiliários) vai pagar mais. Em um saldo devedor de R$ 150 mil, por exemplo, a alta na prestação é de cerca de R$ 302,50; em um saldo devedor de R$ 200 mil, de R$ 403,00. 

É importante considerar ainda que a TR muda mensalmente e é cobrada na forma de juros compostos. Isso significa que o impacto é cumulativo e vai incidir não somente na parcela, mas também no saldo devedor. 

As mudanças no mercado imobiliário versus o consórcio

A volta da TR é mais uma dentre as tantas mudanças que vêm rondando o mercado imobiliário nos últimos anos. Primeiro, a pandemia da Covid-19 aumentou a procura dos brasileiros por imóveis mais espaçosos, em busca de qualidade de vida, o que atraiu investidores. Depois, as recentes elevações de preços registradas em todos os indicadores inflacionários começaram a desestimular novos negócios à vista — ou aqueles que dependem de taxa de juros e reajustes periódicos. 

Diante de todos esses cenários, o que não teve alteração foi o ramo de consórcios. Diferentemente do financiamento, os consórcios não sofrem impactos negativos com ajustes por conta de juros — como a aquisição dos imóveis é bem mais rápida, a inflação interfere menos.

O interessado fica bem menos sujeito à volatilidade da economia, uma excelente argumentação para quem está nesse ramo.  Já pensou em oferecer para seu cliente uma carta de crédito de high ticket e garantir que o mercado não influenciará no negócio? É isso o que os Agentes de Crédito Especializado (ACEs) conseguem fazer.

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