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Inflação pressiona preço dos imóveis e estimula consórcios

Depois de um longo período de euforia, o mercado imobiliário em São Paulo começou o ano com queda na venda de imóveis, de acordo com o Sindicato da Habitação (Secovi-SP). Na capital, a quantidade de unidades vendidas caiu em fevereiro – último mês disponível no levantamento – no comparativo com o mesmo período do ano passado.

Segundo a Pesquisa de Mercado Imobiliário (PMI), foram comercializados 4.228 imóveis residenciais naquele mês, ante 5.009 em fevereiro de 2021 – uma queda de 15,8%.

No acumulado de 12 meses (março de 2021 a fevereiro de 2022), os indicadores seguem positivos: foram 65,5 mil unidades comercializadas na capital, um aumento de 23,9% do período anterior, que corresponde também aos primeiros meses da pandemia de coronavírus.

Quais são os principais fatores que levaram à queda das vendas e como “contornar” esse cenário é o que pretendemos responder neste artigo. Confira!

Fatores que levaram à queda das vendas — e uma exceção!

A inflação é um dos fatores que contribuíram para o arrefecimento das vendas registrado em fevereiro. Isso porque a elevação dos preços registrada em todos os indicadores inflacionários desestimula novos negócios à vista ou aqueles que dependem de taxa de juros e reajustes periódicos.

E não é por falta de oferta: ao contrário dos números de vendas, os lançamentos seguem em alta na maior cidade do País. Em fevereiro, foram disponibilizadas mais 3,3 mil unidades, contra 1,6 mil imóveis novos no mesmo mês de 2021. 

O resultado da combinação entre mais lançamentos e menos vendas é, naturalmente, o aumento do estoque de unidades habitacionais disponíveis – o que pode ter reflexo nos preços a médio prazo.

Contudo, como a inflação ainda segue sem projeção de baixa, é provável que a aquisição dos imóveis sinta o reflexo da majoração dos preços. Com a Selic acima dos dois dígitos, os financiamentos habitacionais também apresentam altas taxas de correção nos contratos, espantando novos investidores.

A exceção fica por conta dos consórcios: de um lado, porque não há cobrança de juros, apenas um reajuste das taxas administrativas; de outro, porque a inflação interfere menos, uma vez que a aquisição dos imóveis é bem mais rápida do que nos financiamentos, sujeitando menos o interessado à volatilidade da economia.

Além disso, o consórcio se mostra mais democrático. A comprovação de renda é menos exaustiva e não há necessidade de pagamento de uma entrada para aderir à modalidade. Ou seja, quem não tem condições de adquirir um imóvel à vista acaba encontrando no consórcio a melhor opção: sem juros, sem burocracia e com menos interferência dos humores do mercado.

Oferta de boas unidades é atrativa

Outro ponto positivo – como sinalizam as estatísticas – é o grande estoque de imóveis que começou a se formar nos grandes centros. Se em 2021 era difícil encontrar uma boa unidade disponível, agora o cenário é outro. A quantidade de lançamentos aumentou depois de um longo período represado em decorrência da pandemia, encorpando o plantel disponível. 

Nas administradoras de consórcio e intermediadoras de crédito mais robustas, essa variedade já foi percebida. É o caso da CTIC, que administra a negociação de imóveis por meio dos Agentes de Crédito Especializado (ACEs). A oferta de bens experimentou grande crescimento em 2022, e muitos deles já foram negociados desde então. 

Por meio de uma plataforma revolucionária e intuitiva, os usuários conseguem verificar quais são as condições para as unidades disponíveis, sem burocracia ou perguntas invasivas. O “negócio fechado” sai antes do previsto, driblando a elevação dos preços que continua preocupando os brasileiros. 

Se você busca um terreno ou imóvel (seja comercial ou residencial) ou procura alternativas para oferecer aos seus clientes e não perder vendas, fale com a CTIC!