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Consórcios vivem uma nova era — e você vai entender por quê!

Com o principal balizador dos juros no Brasil em alta – a Selic está fixada em 12,75% – o acesso ao crédito está cada vez mais difícil. Essa, aliás, é uma das estratégias do Banco Central para tentar conter a inflação: com menos crédito na praça, o consumo diminui, e a tendência é a de que os preços também baixem.

Mas a elevação da Selic tem severos efeitos colaterais. O principal deles é afugentar o consumidor dos financiamentos convencionais, uma vez que os juros praticados tornam os contratos cada vez mais inviáveis. Quem buscou um financiamento imobiliário em 2020 e refez a simulação em 2022, por exemplo, dificilmente conseguirá acessar o mesmo valor – e as parcelas com certeza serão menos estimulantes.

Não por menos, o Brasil experimenta o que se pode chamar de nova era dos consórcios. Sem vinculação direta com a taxa de juros, essa modalidade de aquisição de bens móveis, imóveis e serviços vem ganhando cada vez mais adeptos. 

É uma tendência que veio para ficar, uma vez que, de acordo com o último boletim Focus, do BC, a projeção de encerramento da taxa básica de juros em 2022 ficou em 13,35%. Ou seja: acessar o crédito convencional continuará inviável para a maioria das pessoas, ainda mais em um cenário de incertezas em que nem sequer a renda é possível garantir por tanto tempo.

Na contramão desse pessimismo, os consórcios vêm experimentando indicadores cada vez mais positivos: entidades que agregam empresas do setor verificam recordes sucessivos de adesões e negócios realizados. Só entre 2021 e 2022, o aumento foi de 8,6% segundo a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

E não foi só a escalada dos juros que catapultou os números do consórcio. O principal responsável é bastante conhecido — e atende pelo nome de revolução digital!

A revolução digital na era do consórcio

Se antes o consórcio era um sistema monopolizado pelos bancos, em um modelo analógico de distribuição de cotas e organização de sorteios e contemplações, agora a modalidade pode facilmente ser acessada na palma da mão, em aplicativos de celular.

Esse “fenômeno” atraiu para o consórcio um público mais jovem, os chamados nativos digitais, que não admitem mais fechar negócios fora dos ambientes das redes. E abriu margem para novos negócios, seja na maior oferta de bens, seja na possibilidade de customizar o consórcio. 

Ao invés de contratar simulações engessadas e que impõem um produto a ser contemplado, é possível fazer diferente: estabelecer um produto mais específico, de acordo com a renda da pessoa e no prazo que melhor lhe convier (cai por terra o mito de que o consórcio não tem prazo de entrega).

A CTIC está na vanguarda desse processo, revolucionando o mercado de consórcios no Brasil. A empresa trabalha com Agentes de Crédito Especializados (ACE) preparados para apresentar imóveis em plataformas intuitivas. Na outra ponta do processo, o cliente consegue prospectar o bem com que tanto sonha em um aplicativo simplificado e seguro.

Somente no ano passado, mais de R$45 milhões de cotas foram fechadas por meio da plataforma, turbinando a renda de centenas de agentes de crédito e, principalmente, abrindo as portas para a realização pessoal de milhares de pessoas.