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Entenda os impactos da alta da inflação no mercado imobiliário

 

O Brasil encerrou 2021 com inflação oficial de 10,06%. Foi a maior taxa acumulada no ano desde 2015 — ano em que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 10,67%. A expectativa para 2022 é que a inflação desacelere, mas as projeções do Ipca já apontam que não será tanto assim.

Nesse cenário, como fica o mercado imobiliário? Antes de responder a essa pergunta, é preciso voltar um pouco no tempo e rever o comportamento do mercado nos últimos dois anos, quando teve início a pandemia da Covid-19.

Pandemia: mercado imobiliário passa por valorização
O ramo imobiliário foi na contramão do efeito dominó provocado pela pandemia em toda a economia. Enquanto muitos setores empresariais sentiram queda significativa na lucratividade, o mercado de imóveis passou por uma fase de valorização nos últimos dois anos.

A principal justificativa está na mudança comportamental dos consumidores. Com a recomendação de distanciamento social, fechamento das fronteiras e inserção do home office, muitas pessoas priorizaram qualidade de vida e passaram a buscar seu próprio imóvel: com ambientes maiores e alinhados às suas necessidades e anseios.

Entre os fatores que facilitaram a aquisição dos imóveis próprios foram a carência de 180 dias para o início do pagamento das prestações pela Caixa Econômica Federal e, principalmente, a queda nas taxas de juros. A Selic atingiu sua mais baixa margem histórica e chegou a 2%.

Em resumo: quando a Selic está em baixa, as instituições financeiras também diminuem suas próprias taxas de juros e as condições de financiamento ficam bem mais vantajosas. Só que, do início da pandemia para cá, o cenário mudou. 

O que esperar para o mercado imobiliário em 2022
Segundo especialistas, o cenário deve ser mais desfavorável para quem comprar e vender imóveis em 2022 — no comparativo ao primeiro semestre de 2021.

Isso porque a taxa Selic deve ficar entre 11% e 12% ao ano e pressionar os juros dos financiamentos imobiliários. Além disso, a inflação acima de 10%, ao menos no primeiro semestre, deve diminuir a renda das famílias e impor aumento dos preços dos imóveis para preservar sua viabilidade econômica. 

Mesmo que a alta da inflação seja amenizada com uma política monetária proposta pelo Banco Central, quem busca comprar um imóvel — ou investir — precisa ampliar suas oportunidades. Nesse sentido, há um mercado bem estabelecido que não sofre com os impactos das altas de juros: o de consórcios.

Mercado de consórcios é uma excelente opção
Diferentemente do financiamento, que já sofreu com ajustes por conta de juros, o setor de consórcio não sofre impactos negativos com o aumento da taxa estipulada pelo Comitê de Política Monetária (Copom). 

Como a taxa de administração dos consórcios não tem relação com a Selic, a atratividade aumenta. Em um cenário de alta de juros e inflação, o consórcio acaba sendo não somente uma ótima alternativa, mas a melhor opção para aquisição de um imóvel.

Tanto para quem busca imóvel pronto quanto para quem quer construir, uma vez que não há risco de reajuste em épocas de juros altos. Para quem também já financiou um imóvel e está preocupado com as altas da Selic, é possível recorrer ao interveniente quitante

Os consórcios são uma modalidade de acesso a crédito e ampliação do patrimônio muito difundida no Brasil por possibilitar a quitação da aquisição do bem com parcelas menores — e livres de juros. Aqui na CTIC Capital, eles são personalizáveis, não se restringem à renda dos interessados e podem ter tickets de alto padrão.

Mais ainda: têm prazos estimulantes de entrega. Foi-se o tempo em que era preciso aguardar pela contemplação. Não deixe que a alta dos juros interfira no seu sonho de ter um imóvel próprio. Fale com a CTIC!