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Inflação Aluguel

“Inflação do aluguel” dispara e motiva busca por casa própria

 

O principal índice utilizado para reajustar os preços dos aluguéis vem acumulando altas sucessivas desde o início da pandemia da Covid-19. O Índice Geral de Preços – Médio (IGP-M), aferido mensalmente pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), fechou com alta de 17,78% em 2021.

É verdade que, no comparativo com a virada de 2020 para 2021, o índice desacelerou — a alta havia sido de 25,71%. Mas, esta é a segunda maior alta anual desde 2002, atrás somente do resultado do ano anterior. São vários os fatores que explicam esses índices exorbitantes.

Fatores que explicam a “inflação do aluguel”.

Além de balizar os reajustes dos aluguéis, o IGP-M também mapeia o comportamento da construção civil. Esse foi um dos setores que se manteve aquecido durante a pandemia, em função das pequenas reformas e da construção da casa própria, que cresceram no período de isolamento.

Os insumos da construção, como matérias-primas e preços no atacado, tiveram aumento de preço e também forçaram a alta em todos os parâmetros inflacionários.

Além disso, o IGP-M também percebeu o aumento no Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do seu cálculo. O IPA subiu em decorrência das pressões dos preços de bens finais, bens de investimentos e bens intermediários. Nesse campo, as commodities contribuíram para a elevação — em especial o minério de ferro, a soja e o milho.

Como resultado, houve um baque no setor de aluguéis: aumento da inadimplência, desocupação de imóveis e estímulo à negociação extracontratual. Muitos inquilinos precisaram pedir aos proprietários para reajustar os valores em patamares aquém do IGP-M, criando uma escalada de reajustes extracontratuais. Muitos donos de imóveis toparam trocar o índice pelo IPCA ou pelo INPC.

No caso dos imóveis comerciais, o baque foi ainda maior. Afligidos pelo isolamento social, muitos estabelecimentos perderam receita – dificultando o cumprimento de compromissos como o aluguel. Diante desse cenário, poucas alternativas se apresentaram.

Consórcio: alternativa em meio à “inflação do aluguel”

A principal delas foi a busca por um imóvel próprio. Sair do aluguel deixou de ser um sonho para se tornar o único caminho possível. Ao adquirir um imóvel residencial, comercial ou industrial, as pessoas acabam se livrando de um cenário de inúmeras incertezas – uma vez que a inflação vem dando sinais de trégua, mas ainda alcança patamares acima dos dois dígitos.

Naturalmente, a compra do próprio bem não é uma tarefa simples. Envolve um desembolso muito grande de recursos: pouca gente tem condições de arcar com esses valores de uma vez só. Os financiamentos, por sua vez, seguem desvantajosos devido às sucessivas altas na taxa Selic, a taxa básica de juros no Brasil.

Nessa hora, a principal alternativa são os consórcios. De acordo com a Associação Brasileira de Consórcios (ABAC), o setor bateu três recordes históricos em novembro de 2021: cotas vendidas, negócios contratados e participantes ativos. Até aquele mês, as vendas acumularam 3,17 milhões de cotas.

 

Pesam em favor dos consórcios a confiança na eficiência do sistema e a isenção dos juros que tanto assombram a revisão dos contratos. Para 2022 – ano em que os consórcios completam 60 anos no Brasil – as perspectivas são ainda mais otimistas.

CTIC é parceira para consórcios imobiliários

A CTIC é um dos principais players em atividade no Brasil atualmente, ajudando a catalisar esses números positivos. A empresa, que intermedia créditos imobiliários por meio de um moderno sistema de negociação digital, possibilita a aquisição do imóvel em tempo recorde e com pagamento facilitado.

Ao mesmo tempo, amplia as possibilidades de negócio entre corretores, que, ao aderir ao sistema CTIC, se tornam Agentes de Crédito Especializado (ACE).

Não é por menos que os consórcios vão tão bem: o setor mudou, e conseguiu se manter em meio a um dos momentos mais difíceis da economia mundial. Fale conosco, veja como os consórcios podem ser o caminho para a sua escalada!